Ao olhar o mundo da nossa janela é praticamente impossível enxergar a fragilidade do ser humano, sempre tão ocupados, tão apressados. Os homens sempre procurando maneiras de parecerem mais fortes, e as mulheres sempre lutando para não serem vistas como inferiores e, de fato não são, por que na verdade o ser humano, seja ele homem ou mulher, é, como diz minha mãe, uma vela que se consome e que mais cedo ou mais tarde se apagará, daí a riqueza de viver o hoje como se esse fosse o último, a riqueza de amar como se não houvesse amanhã, na voz do poeta. È por esse motivo que encontramos tantos ricos e/ou bem acompanhados deprimidos, nós construímos o futuro de um jeito torto, lutamos pela segurança futura do jeito errado, comprometendo o presente.
Você já parou para pensar em quantas tardes, em quantos amigos, em quantas pessoas você perdeu, em quantas alegrias, em quanta felicidade você deixou passar por você, por acreditar que a felicidade é garantida pelo cansaço do trabalho, o sabor amargo da vingança ou ainda pelo “prazer” em arrancar da sua vida as pessoas difíceis.
Hoje é, ou pelo menos pode ser, o último dia de sua vida, e aí?... Como você vai vivê-lo?...
Não esqueça! A fragilidade que nos persegue não deve ser encarada como um defeito e sim como sua motivação diária para viver muito bem o dia de hoje afinal ele pode ser o último.
Experimente viver bem o hoje, se ele não for o ultimo dia de sua vida será o primeiro de uma série de transformações na qualidade dela (a vida).
Hoje é o último dia da minha vida...DE NOVO
Postado por
Wilson de Souza
on terça-feira, 16 de março de 2010


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